Primavera Editorial News, maio 2013

Primavera Newsletter, maio 2013

Primavera Newsletter, maio 2013

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Primavera Editorial apoia o projeto “Acervo moderno, aluno leitor – Uma parceria com autores nacionais”

Vocês conhecem o projeto “Acervo moderno, aluno leitor – Uma parceria com autores nacionais”?

O projeto é gerenciado pelo professor Antonio Gimenez, da Escola Municipal Amador Bueno, localizada na cidade de Ipaussu, São Paulo, a aproximadamente 370 km da capital paulista.

A ideia do projeto nasceu no final de 2012, quando o professor notou que vários de seus alunos não se interessavam em pegar livros na biblioteca da escola, alegando que o acervo era composto apenas por livros “clássicos”, com edições antigas e já deterioradas pelo tempo. Determinado a transformar seus alunos em leitores assíduos, o professor Antonio decidiu então iniciar uma empreitada em busca da modernização do acervo da escola, com o intuito de despertar nos jovens o interesse pela leitura.

Por meio de parcerias com autores e editoras, começou a arrecadar livros suficientes para suprir a demanda de todo o ensino fundamental da escola. Mais tarde acabou estendendo o projeto para ensino médio e o EJA, visando sempre um trabalho contínuo, em que as crianças desde pequenas são incentivadas a ler, atingindo a maioridade com sólidos hábitos de leitura.

O projeto já conta com cerca de mil novos exemplares em seu acervo, porém, esse número ainda não é o suficiente para atender a todos os alunos, pois a procura pela biblioteca aumentou significativamente nos últimos meses.

A Primavera Editorial, que tem como missão incentivar o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, aderiu ao projeto, doando exemplares das obras As duas faces da abóbora (Caco Porto); La llorona (Marcela Serrano); Onde o esporte se reinventa (Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn); Maly (Léa Michaan); A Décima Sinfonia (Joseph Gelinek); Eterno xodó (Renato Nalesso e Fabricio Bosio); O véu (Luis Eduardo Matta) e 31, Profissão solteira (Claudia Aldana).

Os resultados têm sido animadores e você pode acompanhar o projeto por meio do Facebook do professor.

Primavera apoia o projeto

Primavera apoia o projeto

Participem, incentivar a leitura faz a diferença!

 

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Movimento colaborativo A Corrente do Bem celebrará o Dia Mundial da Boa Ação em 64 países

Na próxima quinta-feira, 25 de abril, o Dia Mundial da Boa Ação – marco anual do movimento colaborativo A Corrente do Bem – integrará 64 países em torno de ações de gentileza. No Brasil, a data será celebrada pelo terceiro ano consecutivo e conta com a adesão de empresas e organizações como Primavera Editorial, ONG Banco de Alimentos, Shopper Experience, projeto Caçadores de Bons Exemplos, Mind Marketing Digital, Printec Comunicação e Imaginarium, entre outras, além de iniciativas de inúmeros cidadãos anônimos.

√ Inspirada no Pay it Forward Day – surgido na Austrália, em 2007, alusivo ao livro Pay it Forward, de Catherine Ryan Hyde, e ao filme protagonizado por Kevin Spacey, Helen Hunt, James Caviezel e Haley J. Osment – A Corrente do Bem é um movimento da sociedade civil que tem a proposta de mobilizar as pessoas a incluir práticas e ações de gentileza no cotidiano.

√ Com a proposta de disseminar uma nova cultura baseada em práticas cotidianas de generosidade, o movimento colaborativo A Corrente do Bem mobilizará, em 2013, milhares de voluntários em 64 países – pessoas que devem atuar, em especial, em 25 de abril, no Dia Mundial da Boa Ação. O Brasil, que participa pelo terceiro ano consecutivo do movimento, espera motivar mais de 1 milhão de brasileiros – marca conquistada em edições anteriores. A ideia central é mostrar que boas ações são simples, rápidas, divertidas e têm um enorme potencial de transformar a sociedade; ou seja, o impacto social de uma boa ação, de um gesto de carinho ou de uma gentileza gera um fator multiplicador de bem-estar social. Conectar as pessoas é uma das premissas do movimento.  

Em 2013, o Dia Mundial da Boa Ação será objeto de ações de gentileza urbana em 64 países – Austrália, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul, Inglaterra, Cingapura, México, Escócia, Irlanda, Itália, França, Fiji, Rússia, Índia, Holanda, Bélgica, Noruega, Argentina, Espanha, Turquia, Síria, Croácia, Bósnia, Herzegovina, Coréia do Sul, Porto Rico, Suécia, Brasil, Costa Rica, Indonésia, El Salvador, Moçambique, Guatemala, Colômbia, Dinamarca, Georgia (Europa), Áustria, Bangladesh, Malásia, República Tcheca, Japão, Kuwait, Taiwan, Belarus (Europa), Etiópia, Sérvia, Hungria, Filipinas, Vietnã, Belise, Israel, Paquistão, Portugal, Líbia, Grécia, Sudão, Costa do Marfim, Polônia, Nigéria, Romênia, Quênia, Suiça e Jordânia – que mantêm grupos de voluntários responsáveis por disseminar o conceito.

Gentileza na prática
Segundo Lívia Hollerbach, uma das coordenadoras do movimento no Brasil, é no cotidiano das pessoas que residem as melhores oportunidades de realizar um ato gentil. “A Corrente do Bem defende que a prática de atos gentis e generosos envolve simplicidade, despojamento. No ano passado, muitos participantes do Dia Mundial da Boa Ação pagaram um café para a pessoa que estava atrás na fila da cafeteria ou pagaram um tíquete de metrô; doaram livros ou palavras de conforto; entre outras iniciativas”, detalha. Segundo a coordenadora do movimento colaborativo no Brasil, o importante é pedir que a pessoa que recebe o ato passe o gesto adiante; que seja um agente da gentileza. “É claro que existem atos mais complexos como mobilizar os amigos a doar tempo em prol de uma instituição; ou arrecadar brinquedos e livros para entidades assistenciais. No entanto, o que importa mesmo é a disponibilidade de tornar a generosidade algo palpável, coletivo e cotidiano”, afirma Livia.

Mais informações sobre como participar do movimento colaborativo A Corrente do Bem, acesse www.correntedobembrasil.com.br; no Facebook, https://www.facebook.com/acorrentedobem

CORRENTE DO BEM
Criado pelo australiano Blake Beattie, em 2007, o movimento Pay it Forward Day (A Corrente do Bem) tem como proposta motivar as pessoas a incluir práticas de gentileza e generosidade no cotidiano. Inspirado na obra Pay it Forward, de Catherine Ryan Hyde, a ação – que contou com a adesão de 250 mil pessoas em 2010 – chegou ao Brasil em 2011 com o desafio de mostrar que boas ações são simples, rápidas, divertidas e têm um enorme potencial de transformar a sociedade. Na prática, o impacto social de uma boa ação, de um gesto de carinho ou de uma gentileza gera um fator multiplicador de bem-estar social. Hoje, a iniciativa está presente em 64 países. No Brasil, o Facebook do movimento já conta com quase 6 mil nomes.

A corrente do  bem

 

Logos e Selos-84

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“A outra face do desejo” de Luis Eduardo Matta será lançado em maio pela Primavera Editorial

A outra face do desejo de Luis Eduardo Matta

A outra face do desejo de Luis Eduardo Matta

Durante muito tempo, a publicitária Fernanda Soares de Lima, de 36 anos, teve um casamento estável, porém monótono. Quando o marido morre inesperadamente, a redoma de segurança que ela ergueu em torno de si é rompida e emoções há muito tempo adormecidas vêm à tona. A principal é a lembrança da única grande paixão da sua vida, Ricardo, que Fernanda conheceu no  nal da adolescência e nunca mais viu desde então. Esse, porém, está longe de ser o maior problema da sua nova fase de vida. Fernanda ainda tem que lutar contra o ódio doentio da sogra, Adelina Figueroa, que arquiteta um plano diabólico para destruir a nora. A situação se agrava quando a melhor amiga de Fernanda é inexplicavelmente assassinada, transformando todos à sua volta em potenciais suspeitos. Em meio ao mistério em torno do crime, Fernanda tem sua vida abalada por uma sucessão vertiginosa de episódios inexplicáveis e aterrorizantes que ameaçam arruiná-la. E enquanto procura desesperadamente entender o que está acontecendo, ela reencontra sua antiga paixão, sem imaginar que ele pode se transformar no seu maior pesadelo. Misturando drama, amor, mistério e suspense, A outra face do desejo é um thriller envolvente que conduz o leitor pelos labirintos dos confitos existenciais e afetivos até um desfecho surpreendente e assustador.

A outra face do desejo de Luis Eduardo Matta será lançado em maio pela Primavera Editorial.

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Conversando com casais grávidos, que conta com ilustrações de Aliedo Kammar, integra o portfólio do selo EDU da Primavera Editorial.

Conversando com casais grávidos de Teresa Garbayo dos Santos

Conversando com casais grávidos de Teresa Garbayo dos Santos

Conversando com casais grávidos, de Teresa Garbayo dos Santos, resultado de seus estudos como psicóloga e de sua experiência de vida, amplia o conceito da gravidez ao incluir o homem, desde o início, nesse momento importante na vida de um casal, e que geralmente é reservado apenas às mulheres. Considera o homem como cúmplice da parceira desde o início da gravidez, dividindo as obrigações e as realizações. O livro, escrito sob a forma de minitextos e com uma linguagem de fácil compreensão, pode ser lido em conjunto, possibilitando ao casal trocas imediatas acerca dos temas, que abrangem o início do relacionamento, a formação e o crescimento da família, os vários momentos do ciclo de vida familiar; apresentando respostas simples para os problemas e os desafios vivenciados pelos casais.

A obra foi publicada pelo selo EDU – uma alusão à palavra inglesa education – da Primavera Editorial, o qual é associado à educação continuada e de não ficção e oferece aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos.

selo_edu

 

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Primavera Editorial participa do projeto “Livro de Rua” no Parque Gabriel Chucre

No próximo domingo (31/3), a partir das 9 horas, o Parque Gabriel Chucre, em Carapicuíba, dará início a mais uma edição do projeto Livro de Rua – iniciativa que visa “dar liberdade” aos livros, tornando-os acessíveis para os frequentadores do parque. Parceira do projeto há mais de um ano, a Primavera Editorial doará mais de 300 livros arrecadados pela equipe da editora em diversos postos de coleta. O Parque Gabriel Chucre fica na Rua da Consolação, 505, Vila Gustavo Correia, em Carapicuíba.

Com a proposta de “dar liberdade aos livros” e torná-los acessíveis ao maior número de pessoas, o Parque Gabriel Chucri, em Carapicuíba, aderiu ao projeto Livro de Rua, iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e da Coordenadoria de Parques. Durante o próximo domingo, 31 de março, os frequentadores do parque encontrarão exemplares de livros “soltos” nos quatro cantos do parque. As obras podem ser lidas no local ou levadas para casa. A devolução pode ser feita no próprio parque ou em espaços públicos. Nesta data, a Primavera Editorial doará mais de 300 livros arrecadados pela equipe da editora em diversos postos de coleta em São Paulo. O Parque Gabriel Chucre fica na Rua da Consolação, 505, Vila Gustavo Correia, em Carapicuíba.

Segundo Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial, a iniciativa de integrar o projeto Livro de Rua surgiu há mais de um ano como parte da ação Primavera nas Ruas – uma iniciativa da editora para incentivar o leitor brasileiro a passar adiante os livros lidos. “No escopo do trabalho da editora, ao conceder a liberdade aos livros, os leitores colaboram para que mais e mais pessoas tenham acesso às obras e a novas descobertas. Acreditamos que lugar de livro não é na estante, juntando poeira! Os livros devem estar próximos aos leitores”, afirma a executiva, acrescentando que o projeto contagiou toda a equipe da editora, que passou a arrecadar livros com amigos e familiares. “A partir daí, resolvemos ampliar a parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo com a instalação de urnas para arrecadar livros em diversos pontos de São Paulo. Hoje, mantemos urnas em supermercados, condomínios, livrarias, locadoras e em diversos estabelecimentos comerciais”, finaliza.

AGENDA
Evento: Livro de Rua
Data: 31 de março de 2013
Horário: Livro de Rua, a partir das 9 horas
Local: Parque Gabriel Chucre
Rua da Consolação, 505, Vila Gustavo Correia, Carapicuíba.

 

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Outono da Primavera Editorial é inspirado em Vicent van Gogh


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O outono da Primavera Editorial é delicadamente verde, inspirado em “O hospital de Saint-Rémy”, obra pintada por Vincent van Gogh em 1889. Exposto no museu Tissen-Bornemisza, em Madri, o quadro integra a exposição “Impressionismo y Aire Libre”, que remete a pinturas produzidas em ambientes externos, cujo ápice se deu no Impressionismo. A equipe da Primavera Editorial associa o quadro ao conceito de leitura no ambiente externo; à necessidade de fugir do corre-corre cotidiano para ler ao ar livre. 

√ A cor associada pela Primavera Editorial ao quadro “O hospital de Saind-Rémy” é a  Emerald, extraída da escala Pantone (17-5641), eleita a “Cor do Ano” pelo Pantone Color Institute. O tom verde-esmeralda estará no portal, nas capas de livros e em todas as peças gráficas da editora. A Brightland, consultoria com foco em economia digital e gestão de projetos voltados ao Marketing Digital, assina a atualização de layout do site.                                                                                                                                                                

O hospital de Saint-Rémy”, obra pintada por Vincent van Gogh em 1889

A equipe da Primavera Editorial quer inspirar os leitores de língua portuguesa, nesse outono, a trocar a leitura em ambientes fechados pela leitura ao ar livre. A proposta foi inspirada no quadro O hospital de Saint-Rémy, pintado por Vicent van Gogh, em 1889, e que integra a exposição Impressionismo y Aire Libre, do museu Tissen-Bornemisza. A mostra remete a pinturas produzidas em ambientes externos, cujo ápice se deu durante o Impressionismo. Para colorir a estação e traduzir o conceito de leitura ao ar livre, a Primavera Editorial trouxe para o portal, para as capas de livros e peças gráficas o verde-esmeralda – cor que transmite elegância e beleza; que emana bem-estar, equilíbrio e harmonia. Eleita a “Cor do Ano“ pela Pantone Color Institute, a matiz Emerald (17-5641) deve colorir as peças da editora durante todo o outono de 2013.

Segundo Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial, a proposta adotada está baseada em unir tendências mundiais a referências artísticas. Meses antes de cada estação, a equipe inicia uma busca criteriosa de tendências globais associadas a ícones de inovação e modernidade, que estejam vinculadas a referências presentes nas artes. “Nessa estação, associamos o verde à necessidade de vencer o corre-corre cotidiano e criar um espaço para a leitura; uma leitura que sai dos espaços fechados e se integra à natureza. Ou seja, exatamente a proposta destacada nessa exposição Impressionismo y Aire Libre. Queremos incentivar os brasileiros a ocupar parques, praças e jardins com a leitura. Aliás, não por acaso apoiamos o Livro de Rua, projeto que distribui gratuitamente livros em parques de São Paulo”, detalha a executiva.

Criado pela Brightland, o site primaveraeditorial.com passa a ter, a partir de 20 de março, novas imagens e a cor Emerald na atualização de layout. A ideia é reproduzir no ambiente online a mesma proposta da editora de investir em formatos e conteúdos editoriais diferenciados.

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Primavera Editorial entrevista Teresa Garbayo dos Santos, 
autora da obra “Conversando com casais grávidos”

Obra escrita pela psicológa Teresa Garbayo dos Santos a partir de estudos e da experiência em consultório, Conversando com casais grávidos surpreende ao convidar os leitores a um diálogo franco sobre as inseguranças, ansiedades e interrogações que caminham lado a lado com as alegrias inerentes à maternidade e  à paternidade. Na obra – composta por minitextos –  a escritora propõe que o conceito de gravidez seja ampliado para incluir efetivamente o homem; torná-lo cúmplice da mulher nesse processo, subvertendo a visão tradicional e machista sobre a gestação.

Conversando com casais grávidos

Embora a temática central seja dirigida a casais grávidos, a obra também é indicada a pais de filhos pequenos, sobretudo pelos capítulos relativos à educação. Conversando com casais grávidos reflete sobre os vários momentos do ciclo familiar, com as dificuldades e alegrias a serem vividas e as mudanças a serem feitas para manter a funcionalidade. A obra, que conta com ilustrações de Aliedo Kammar, integra o portfólio do selo EDU da Primavera Editorial.

 

 

A Primavera Editorial entrevistou a autora sobre a inspiração, a pesquisa para a produção e os caminhos até a publicação do livro.

Primavera Editorial: Qual foi a inspiração para escrever Conversando com casais grávidos?
Teresa Garbayo dos Santos: “Conversando com casais grávidos” é fruto de vivências muito pessoais e de estudos e trabalhos na área da Psicologia. Penso que ter participado, na Núcleo Pesquisas, do curso de Terapia Familiar Sistêmica, foi um diferencial importante. O estudo intenso e a vivência clínica, tendo como foco a família com a sua disfuncionalidade e resistência à mudança, despertou o meu interesse por uma fase anterior. Comecei a pensar nos jovens que, levados pela paixão, iniciam uma vida em comum, mergulhados em sonhos, projetos e ilusões. E é esse mesmo casal que, anos depois, já com filhos, surge no consultório procurando ajuda para seus difíceis problemas familiares. Por que esperar tanto? Por que não atendê-los antes do nascimento do primeiro filho? O meu livro foi, então, escrito com esse objetivo – acompanhar o casal desde a gravidez até a formação da família com o nascimento dos filhos, pontuando questões capitais dessa relação que precisa se transformar continuamente para atender às necessidades que vão surgindo ao longo da vida. Procurei incluir o homem nesse processo desde o início, ressaltando o seu papel na constituição da família e na educação dos filhos. Nos tempos atuais, em que se discute muito a guarda compartilhada dos filhos, prefiro focar na gravidez compartilhada porque acredito que a cumplicidade do casal é o melhor caminho para manter a funcionalidade e a estabilidade familiar.

Primavera: Como é o seu processo de criação? Você tem uma rotina para escrever?
Teresa: Escrever, para mim, foi um mergulho total, não se resumindo a apenas algumas horas por dia na frente do computador. Fiquei ligada o tempo todo, procurando, a cada dia, melhorar o texto, torná-lo mais claro. Trabalhar com conceitos psicológicos, traduzindo-os numa linguagem de fácil compreensão para jovens sem conhecimento nessa área, não foi uma tarefa fácil. Fiquei completamente envolvida e mesmo quando me forçava a deixá-lo na “gaveta”, hibernando um pouco, permanecia intelectual e emocionalmente presa ao livro em construção.

Primavera: Como foi a pesquisa para a elaboração do texto?
Teresa: Reli os livros sobre terapia familiar que foram mais significativos para mim. Também anotações e escritos feitos por mim ao longo do tempo sobre a questão familiar. Revisitei Bowlby, que estudou intensamente o apego na relação mãe–filho. Também Winnicott, e outros mais.

Primavera: Por que optou por minitextos e ilustrações?
Teresa: Sempre pensei num livro para ser lido a dois, e fazê-lo em minitextos me pareceu a solução ideal porque possibilitam a leitura conjunta e facilitam o diálogo, a troca de ideias. É um livro que pode ser lido de uma vez ou aos poucos e que convida à reflexão e à releitura. Gosto de imaginá-lo na cabeceira do casal, sempre à mão, disponível para novas percepções e conversas. As ilustrações, aliadas ao texto, o tornaram mais atraente e o enriqueceram porque o olhar masculino do Aliedo Kammar complementou, de certa forma, a minha visão feminina. PE: Fale um pouco sobre a emoção de publicar um livro. Como o livro foi selecionado pela Primavera Editorial? TGS: É realmente emocionante, depois de meses pensando e trabalhando num produto que só existia virtualmente, tê-lo em mãos, real, lindo, diagramado e produzido com todo esmero. Penso que é um livro único, diferente na forma e no conteúdo e a Primavera Editorial, percebendo a sua singularidade, achou interessante publicá-lo.

Primavera: O que é, na sua visão, ser uma escritora? Qual o papel de uma escritora em um mundo em que o conhecimento nem sempre é tão associado à leitura?
Teresa: Escrever é um processo muito solitário que só se completa quando alguém, após a leitura do livro, diz o que achou, pensou, que reflexos trouxe para a sua vida, num retorno indispensável. Só nesse momento o processo criativo se completa e faz sentido. Vivemos numa sociedade letrada, e apesar da presença impactante e crescente da linguagem imagética, continuaremos a ser leitores. Penso que o papel do escritor deve permanecer o mesmo – encantar, provocar estranhamento, colocar questões, “engravidar” o leitor com novas ideias e sentimentos.

Primavera: Como definiria a sua obra?
Teresa: Penso que já defini o meu livro ao responder às primeiras questões.

Primavera: Qual foi o livro que “transformou a sua vida” e a incentivou a exercer, também, o ofício das letras?
Teresa: Sempre fui uma leitora voraz que, ainda  no começo da adolescência, ia às bibliotecas do colégio e do bairro à procura de bons livros. Como psicóloga, os livros que mais me influenciaram foram os escritos por Freud, Bowlby, Winnicott, Margareth Mahler, Salvador Minuchin, Jay Haley, entre muitos outros.

Primavera: Há algum escritor(a) que a influenciou?
Teresa: Como leitora apaixonada também por literatura, posso citar alguns autores que me têm feito companhia ultimamente, me proporcionando enorme prazer. Saramago, Antonio Lobo Antunes, Miguel Souza Tavares, Mario Vargas Lhosa, Milton Hatoum, Leonel Shriver são alguns deles. No momento, tenho lido Mia Couto.

Primavera: Qual é o “conselho” que daria aos novos escritores?
Teresa: Primeiro, ler, ler, ler muito. Depois, ousar na forma e/ou no conteúdo sem perder a clareza pode ser um bom começo.

Rosana Covre (Primavera Editorial) e Teresa Garbayo dos Santos (autora)

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Livraria Lello & Irmão, Porto, Portugal

A Livraria Lello & Irmão, na cidade do Porto, em Portugal.

Também conhecida como uma livraria Chardron (Livraria Chardron) ou simplesmente Livraria Lello é localizada no centro histórico da cidade do Porto, Portugal, perto da Torre dos Clérigos, um carrilhão de arte barroca, construída por Nicolau Nasoni.

Livraria Lello & Irmão (Porto, PORTUGAL) é considerada como a mais bela livraria da Europa, e, também, uma das mais bonitas do mundo. Localizada à Rua das Carmelitas n° 144, inaugurada em 1906 e concebida segundo projeto do engenheiro Xavier Esteves, a livraria é um dos mais emblemáticos edifícios do neogótico português, destacando-se fortemente na paisagem urbana envolvente. Trata-se de um conjunto em que a arquitetura e os elementos decorativos deixam transparecer o estilo neo-gótico dominante na época com detalhes modernista de inspiração parisiense. Em seu interior, o grande vitral do teto e a escadaria de madeira central disputando a atenção dos visitantes e fotógrafos.

Como curiosidade registramos que o jornal inglês The Guardian, em 2008, considerou-a a terceira mais bela do mundo.

Acabo de conhecer essa maravilha e recomendo, sem pestanejar, uma visita para se encantar com as obras, o vitral, a escada, o prédio e tudo que puder descobrir dentro dela.

Para uma visita virtual http://www.youtube.com/watch?v=ubMINojpy1c

 

** fonte: Intenet e visita da Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial

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Conversando com casais grávidos propõe a redefinição do papel do homem na gestação

Obra escrita pela psicológa Teresa Garbayo dos Santos a partir de estudos e da experiência em consultório, “Conversando com casais grávidos” surpreende ao convidar os leitores a um diálogo franco sobre as inseguranças, ansiedades e interrogações que caminham lado a lado com as alegrias inerentes à maternidade e  à paternidade. Na obra – composta por minitextos –  a escritora propõe que o conceito de gravidez seja ampliado para incluir efetivamente o homem; torná-lo cúmplice da mulher nesse processo, subvertendo a visão tradicional e machista sobre a gestação.

Embora a temática central seja dirigida a casais grávidos, a obra também é indicada a pais de filhos pequenos, sobretudo pelos capítulos relativos à educação. “Conversando com casais grávidos” reflete sobre os vários momentos do ciclo familiar, com as dificuldades e alegrias a serem vividas e as mudanças a serem feitas para manter a funcionalidade. A obra, que conta com ilustrações de Aliedo Kammar, integra o portfólio do selo EDU da Primavera Editorial.

Apesar de todas as mudanças ocorridas nas relações amorosas ao longo da existência humana, sempre haverá homens e mulheres dispostos a viver juntos e a construir uma família. A obra Conversando com casais grávidos analisa aspectos dessa relação homemmulher: do momento em que se apaixonam até a formação e crescimento da família com o nascimento dos filhos. Escrito pela psicóloga Teresa Garbayo dos Santos, o livro – que é resultado de estudos e da experiência em consultório – é composto por minitextos que convidam os leitores ao diálogo e à reflexão. Com clareza e simplicidade, a autora aborda inseguranças, ansiedades e interrogações que caminham lado a lado com as alegrias inerentes ao processo de maternidade e paternidade. Conversando com casais grávidos, que conta com ilustrações de Aliedo Kammar, integra o portfólio do selo EDU da Primavera Editorial.

A participação do homem como cúmplice da parceira desde o início da gestação é um dos pontos mais significativos da obra e torna-se um tema que permeia toda a narrativa. Segundo Teresa, a gravidez tem sido pensada e vivida como um tempo basicamente da mulher – um tempo de afirmação da feminilidade dela e capacidade criadora feminina. “Na prática, os nove meses são equivalentes aos 15 minutos de fama, ou seja, vários focos de luz incidindo sobre a gestante. Mas, as mulheres contemporâneas querem mais do que luzes e aplausos. Elas querem um forte envolvimento dos parceiros com a gravidez e se ressentem ao perceberem que, mesmo quando desejam participar, eles ainda mantêm certo distanciamento”, detalha a autora, acrescentando que “a verdade é que os homens, culturalmente condicionados, parecem não saber o que fazer e terminam se comportando como penetras em uma festa que deveria ser deles também.”

Na obra, Teresa Garbayo dos Santos propõe que o conceito de gravidez seja ampliado para incluir efetivamente o homem e torná-lo cúmplice da mulher nesse processo, subvertendo a visão tradicional. “Isso significa perceber e valorizar um novo e crescente interesse masculino em pensar o casamento e as questões relativas à gestação, ao parto e à educação do filho esperado. E, acima de tudo, a sua alegria ao se sentir incluído, ao fazer parte dessa nova tribo que não tem medo de viver a afetividade”, ressalta.

De acordo com a psicanalista Stella Olyntho, autora da orelha: (…) “No cenário atual em que a estrutura familiar passa por profundas transformações, interferindo nos papéis do homem, da mulher e em suas relações interpessoais, este livro traz à luz o valor dos afetos, da comunicação e do cuidado com o outro na estruturação de uma família, assim como nas relações humanas.”

Embora a temática central seja dirigida a casais grávidos, a obra também é indicada a pais de filhos pequenos, sobretudo pelos capítulos relativos à educação. Conversando com casais grávidos reflete sobre os vários momentos do ciclo familiar, com as dificuldades e alegrias a serem vividas e as mudanças a serem feitas para manter a funcionalidade.  “Tenho tido um feedback interessante de mães e pais que têm filhos pequenos. O mais apaixonado foi o de uma jovem advogada, casada e mãe de uma bebezinha com cinco meses. Ela adorou o livro e o recomendou vivamente não só para grávidos, mas para  os que têm filhos pequenos. Outros pais já me disseram que deveriam ter lido o livro antes”, afirma a autora.

TRECHOS DO LIVRO
Introdução
(…) “Espero que este livro – reflexo, por um lado, de meus conhecimentos como psicóloga e, por outro, de minhas vivências como mulher, mãe e avó – possa contribuir para que o homem descubra, desde o início da gestação, que a festa é dele também. Se em vez de uma mulher grávida e um homem próximo-distante, tivermos, enfim, um casal grávido, começando a viver juntos a incrível aventura da construção de uma família, acharei que valeu a pena tê-lo escrito.

Página 27
(…) “Todos nós levamos para o casamento um baú cheio de expectativas, desejos e fantasias. Permitir que o companheiro, com a nossa ajuda, desvende o seu conteúdo é  a melhor forma de viver a união com bases sólidas.”

Página 44
(…) “A espera de um filho não é apenas a barriga da mulher crescendo. É a vida do casal se reestruturando para recebê-lo. É a rotina do dia a dia se alterando, papéis sendo criados, e funções, modificadas.

Página 73
(…) “Após o nascimento do neném, continuem se chamando pelo nome. Não se esqueçam de que mamãe e papai são papéis, não identidades.

 Página 102
(…) “Ao cuidarem do seu filho, vocês reviverão as suas infâncias. Seus pais, tenham sido bons ou não, funcionarão como modelos. Aos poucos, vocês construirão um modelo próprio, fruto das experiências passadas e do aprendizado com esse filho.”

Página 129
(…) “Não prometam o que não será cumprido, nem ameacem castigos a todo o momento. Promessas vazias e ameaças, além de nada resolverem, não combinam com um diálogo franco e respeitoso, base da verdadeira autoridade.”

FICHA TÉCNICA

Categoria:Psicologia
Ilustrações:Aliedo Kammar
Formato:15 cm X 18,4 cm
Páginas:146 páginas
Acabamento:brochura
ISBN:978-85-61977-46-7
Preço sugerido:R$ 44,00

AUTORA
Teresa Garbayo dos Santos é formada em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui cursos de extensão pela Escola Brasileira de Psicologia e Etologia, e pelo Núcleo-Pesquisas, no qual foi coidealizadora do VídeoFamília – espaço de estudo e discussão de casos clínicos gravados em vídeo. Teresa participou como conferencista do IV Simpósio de Terapia Familiar Sistêmica e do I Simpósio Latino-Americano de Terapia Familiar Sistêmica, organizado pelo Núcleo-Pesquisas, no qual discorreu sobre “Terapia familiar breve e prevenção pré-natal” em parceria com Vera Lucia Kozlowski. A psicóloga assinou a coluna “Psicologia é Notícia”, veiculada pelo jornal Tribuna da Imprensa.

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